do JORNAL DO TRIÂNGULO, em UBERLÂNDIA, (MG)
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| Após o homicídio de Luciano Lucas dos Santos, de 43 anos, o clima de medo tomou conta dos profissionais. |
A reportagem do JORNAL DO TRIÂNGULO conversou com profissionais da segurança pública, agentes penitenciários, policiais militares, policiais civis, e funcionários de presídios da região do Triângulo Mineiro. Após o homicídio de Luciano Lucas dos Santos, de 43 anos, o clima de medo tomou conta dos profissionais.
"Teve uma tentativa de atropelamento a um agente penitenciário de Uberaba, se ele não corresse ele seria morto atropelado.", relata um profissional, que preferiu não se identificar.
"Eu saio de casa e não tenho absoluta certeza de que eu vou voltar vivo para minha família.", relata um policial militar. "As leis brasileiras são muito frágeis, agente monta uma ação, fica dias montando todo um trabalho, prende, o sujeito não fica nem dois meses preso e acaba solto, ganha inclusive advogado de defesa.", critica o PM.
"Eu sinto medo, sou pai de família e temo de ter minha vida interrompida.", desabafa um outro agente penitenciário.
"Não adianta chamar a imprensa reclamar se o problema esta é nas leis. Ou as leis mudam ou nós vamos acabar nos tornando vitimas dessas pessoas que matam, além de matar quando são presas são protegidas por direitos humanos, órgãos de defesa dos direitos humanos, comem, bebem, e dormem tudo as nossas custas.", desabafa um outro policial militar.

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